Está sendo cogitada para o próximo dia 25, a paralisação dos caminhoneiros, ato que pretende paralisar as rodovias em todo país. A greve foi proposta pelo Movimento União Brasil Caminhoneiro, mas o Sindicam Oeste (Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos da Região Oeste) informou que é contra a paralisação dos caminhoneiros e acredita que não irá acontecer na região. O protesto é contra as propostas de regulamentação da atividade do caminhoneiro autônomo, entre elas a carta frete e a implantação de uma carga horária de trabalho de 11 horas seguida de 24 horas de descanso. O Sindicam considera que o ato está sendo fomentado pelos empresários e não pelos trabalhadores, já que as conquistas são boas para os caminhoneiros, mas não para os grandes transportadores. A entidade diz que é a favor de um prazo maior para adequação da proposta, mas que ela deve ser implantada, pois vai acabar com certos abusos como caminhoneiros tendo que fazer jornadas excessivas nas estradas. Até mesmo o fim da comissão que é paga pelas empresas aos motoristas é considerado positivo. Segundo o sindicato, hoje o trabalhador é registrado com um salário muito baixo que é complementado com a comissão. Com o fim desse adicional, o salário registrado em carteira terá que ser maior.